domingo, 30 de dezembro de 2012

A rede globo e um mestre de manipulação


A rede globo e um mestre de manipulação ela manipula tudo.
Se você pesquisar na internet você  vai ver que a rede globo apoio a ditadura militar.olha que coincidência no mesmo dia que a ditadura milita 
foi implantada no brasil foi mesmo dia que a globo 
foi inaugurada   
A Globo fecha contrato com o grupo Time-Life, adere ao regime militar
Em 1965 a globo lançou o seu símbolo que tem o símbolo nazista invertida .


Como uma rede de televisão pode apóia uma coisa dessas.
Imagine se o mundo estive uma guerra  será que a rede globo apoiaria e lógico que sim



A rede globo apóia tudo que e Maligno.
a rede globo foi muito importante para a ditadura milita por que eles implantou o sua regra 
que se chamava AI1 AI2 AI3 e etc..
por que muitas televisão e radio  foi fechada mais a rede globo não fechou o exemplo TV TUPI 
TV RIO.TV RECORD e muitos mais. 

O Brasil na Nova Ordem Mundial parte 2

 O Brasil na Nova Ordem Mundial
Gostaria de acrescentar o texto na íntegra.

[Imagem: 1-3514-898ca.jpg]

Discurso da Dilma Rousseff, na abertura da 67ª Assembleia-Geral das Nações Unidas

Senhor presidente da Assembleia Geral, Vuk Jeremic,
Senhor secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon,
Senhoras e senhores Chefes de Estado e de Governo,
Senhoras e senhores,

Mais uma vez uma voz feminina inaugura o debate na Assembleia-Geral das Nações Unidas. Para muitos, nós, mulheres, somos a metade do céu, mas nós queremos ser a metade da Terra também, com igualdade de direitos e oportunidades, livres de todas as formas de discriminação e violência, capazes de construir a sua emancipação, e com ela contribuir para a plena emancipação de todos.

Senhor Presidente,

Um ano após o discurso que pronunciei nesta mesma tribuna, constato a permanência de muitos dos problemas que nos afligiam já em setembro de 2011. Quero hoje voltar a discutir algumas destas questões cuja solução é cada vez mais urgente.

Senhor Presidente,

A grave crise econômica, iniciada em 2008, ganhou novos e inquietantes contornos. A opção por políticas fiscais ortodoxas vem agravando a recessão nas economias desenvolvidas com reflexos nos países emergentes, inclusive o Brasil.

As principais lideranças do mundo desenvolvido ainda não encontraram o caminho que articula ajustes fiscais apropriados e estímulos ao investimento e à demanda indispensáveis para interromper a recessão e garantir o crescimento econômico.

A política monetária não pode ser a única resposta para resolver o crescente desemprego, o aumento da pobreza e o desalento que afeta, no mundo inteiro, as camadas mais vulneráveis da população.

Os Bancos Centrais dos países desenvolvidos persistem em uma política monetária expansionista que desequilibra as taxas de câmbio. Com isso, os países emergentes perdem mercado devido à valorização artificial de suas moedas, o que agrava ainda mais o quadro recessivo global.

Não podemos aceitar que iniciativas legítimas de defesa comercial por parte dos países em desenvolvimento sejam injustamente classificadas como protecionismo. Devemos lembrar que a legítima defesa comercial está amparada pelas normas da Organização Mundial do Comércio. O protecionismo e todas as formas de manipulação do comércio devem ser combatidos, pois conferem maior competitividade de maneira espúria e fraudulenta.

Não haverá resposta eficaz à crise enquanto não se intensificarem os esforços de coordenação entre os países e os organismos multilaterais como o G-20, o FMI e o Banco Mundial. Esta coordenação deve buscar reconfigurar a relação entre política fiscal e monetária para impedir o aprofundamento da recessão, controlar a guerra cambial e reestimular a demanda global.

Sabemos, por experiência própria, que a dívida soberana dos Estados e a dívida bancária e financeira não serão equacionadas num quadro recessivo, ao contrário, a recessão só agudiza esses problemas. É urgente a construção de um amplo pacto pela retomada coordenada do crescimento econômico global, impedindo a desesperança provocada pelo desemprego e pela falta de oportunidades.

Senhor presidente,

Meu país tem feito a sua parte. Nos últimos anos mantivemos uma política econômica prudente, acumulamos reservas cambiais expressivas, reduzimos fortemente o endividamento público e com políticas sociais inovadoras, retiramos 40 milhões de brasileiros e brasileiras da pobreza, consolidando um amplo mercado de consumo de massa.

Fomos impactados pela crise, como todos os países. Mas, apesar da redução conjuntural de nosso crescimento, estamos mantendo o nível de emprego em patamares extremamente elevados. Continuamos reduzindo a desigualdade social e aumentando significativamente a renda dos trabalhadores. Superamos a visão incorreta que contrapõe, de um lado as medidas de incentivo ao crescimento, e de outro, os planos de austeridade. Esse é um falso dilema. A responsabilidade fiscal é tão necessária quanto são imprescindíveis medidas de estímulo ao crescimento, pois a consolidação fiscal só é sustentável em um contexto de recuperação da atividade econômica.

A história revela que a austeridade, quando exagerada e isolada do crescimento, derrota a si mesma. A opção do Brasil tem sido a de enfrentar, simultaneamente, esses desafios.

Ao mesmo tempo em que observamos um estrito controle das contas públicas, aumentamos nossos investimentos em infraestrutura e educação.

Ao mesmo tempo em que controlamos a inflação, atuamos vigorosamente nas políticas de inclusão social e combate à pobreza. E, ao mesmo tempo em que fazemos reformas estruturais na área financeira e previdenciária, reduzimos a carga tributária, o custo da energia e investimos em infraestrutura, em conhecimento para produzir ciência, tecnologia e inovação.

Há momentos em que não podemos escolher entre uma coisa ou outra. Não há este tipo de alternativa. Há que desenvolvê-las de forma simultânea e articulada.

Assim como em 2011, senhor presidente, o Oriente Médio e o Norte da África continuam a ocupar um lugar central nas atenções da comunidade internacional. Importantes movimentos sociais, com distintos signos políticos varreram regimes despóticos e desencadearam processos de transição cujo sentido e direção ainda não podem ser totalmente estabelecidos.

Mas não é difícil identificar em quase todos esses movimentos um grito de revolta contra a pobreza, o desemprego, a realidade da falta de oportunidades e de liberdades civis, impostas por governos autoritários a amplos setores dessas sociedades, sobretudo às populações mais jovens.

Não é difícil, igualmente, encontrar nesses acontecimentos as marcas de ressentimentos históricos, provocados por décadas de políticas coloniais ou neocoloniais levadas a cabo em nome de uma ação supostamente civilizatória. Pouco a pouco, foram ficando claros os interesses econômicos que estavam por de trás daquelas políticas.

Hoje, assistimos consternados à evolução da gravíssima situação da Síria. O Brasil condena, nos mais fortes termos, a violência que continua a ceifar vidas nesse país.

A Síria produz um drama humanitário de grandes proporções no seu território e em seus vizinhos. Recai sobre o governo de Damasco a maior parte da responsabilidade pelo ciclo de violência que tem vitimado grande número de civis, sobretudo mulheres, crianças e jovens. Mas sabemos também da responsabilidade das oposições armadas, especialmente daquelas que contam com apoio militar e logístico de fora.

Como presidenta de um país que é pátria de milhões de descendentes de sírios, lanço um apelo às partes em conflito para que deponham as armas e juntem-se aos esforços de mediação do representante especial da ONU e da Liga Árabe. Não há solução militar para a crise síria. A diplomacia e o diálogo são não só a melhor, mas, creio, a única opção.

Ainda como presidenta de um país no qual vivem milhares e milhares de brasileiros de confissão islâmica, registro neste plenário nosso mais veemente repúdio à escalada de preconceito islamofóbico em países ocidentais. O Brasil é um dos protagonistas da iniciativa generosa “Aliança de Civilizações”, convocada originalmente pelo governo turco.

Com a mesma veemência, senhor Presidente, repudiamos também os atos de terrorismo que vitimaram diplomatas americanos na Líbia.

Senhor Presidente,

Ainda com os olhos postos no Oriente Médio, onde residem alguns dos mais importantes desafios à paz e à segurança internacional, quero deter-me mais uma vez na questão israelo– palestina.

Reitero minha fala de 2011, quando expressei o apoio do governo brasileiro ao reconhecimento do Estado Palestino como membro pleno das Nações Unidas. Acrescentei, e repito agora, que apenas uma Palestina livre e soberana poderá atender aos legítimos anseios de Israel por paz com seus vizinhos, segurança em suas fronteiras e estabilidade política regional.

Senhor presidente,

A comunidade internacional tem dificuldade crescente para lidar com o acirramento dos conflitos regionais. E isto fica visível nos impasses do Conselho de Segurança das Nações Unidas. Esse é um dos mais graves problemas que enfrentamos. A crise iniciada em 2008 mostrou que é necessário reformar os mecanismos da governança econômica mundial. Na verdade, isto até hoje não foi integralmente implementado.

As guerras e os conflitos regionais, cada vez mais intensos, as trágicas perdas de vidas humanas e os imensos prejuízos materiais para os povos envolvidos demonstram a imperiosa urgência da reforma institucional da ONU e em especial de seu Conselho de Segurança.

Não podemos permitir que este Conselho seja substituído – como vem ocorrendo – por coalizões que se formam à sua revelia, fora de seu controle e à margem do direito internacional. O uso da força sem autorização do Conselho, uma clara ilegalidade, vem ganhando ares de opção aceitável. Mas, senhor Presidente, definitivamente, não é uma opção aceitável. O recurso fácil a esse tipo de ação é produto desse impasse que imobiliza o Conselho. Por isso, ele precisa urgentemente ser reformado.

O Brasil sempre lutará para que prevaleçam as decisões emanadas da ONU. Mas queremos ações legítimas, fundadas na legalidade internacional. Com esse espírito, senhor presidente, defendi a necessidade da “responsabilidade ao proteger” como complemento necessário da “responsabilidade de proteger”.

Senhoras e senhores,

O multilateralismo está hoje mais forte depois da Rio+20.

Naqueles dias de junho, realizamos juntos a maior e mais participativa conferência da história das Nações Unidas, no que se refere ao meio ambiente, e pudemos passos firmes rumo à consolidação histórica de um novo paradigma: crescer, incluir, proteger e preservar, ou seja, a síntese do desenvolvimento sustentável.

Agradeço especialmente o empenho do secretário-geral Ban Ki-moon e do embaixador Sha Zukang, que tanto colaboraram com o Brasil, antes e durante a Conferência.

O documento final que aprovamos por consenso no Rio de Janeiro não só preserva o legado de 1992, como constitui ponto de partida para uma agenda de desenvolvimento sustentável para o século XXI, com foco na erradicação da pobreza, no uso consciente dos recursos naturais e nos padrões sustentáveis de produção e consumo.

As Nações Unidas tem pela frente uma série de tarefas delegadas pela Conferência do Rio, somos parceiros. Menciono aqui, em particular, a definição dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável.

A Rio+20 projetou um poderoso facho de luz sobre o futuro que queremos. Temos de levá-lo avante. Temos a obrigação de ouvir os repetidos alertas da ciência e da sociedade, no que se refere à mudança do clima. Temos de encarar a mudança do clima como um dos principais desafios às gerações presentes e futuras.

O governo brasileiro está firmemente comprometido com as metas de controle das emissões de gás de efeito estufa e com o combate, sem tréguas, ao desmatamento da Floresta Amazônica.

Em 2009, voluntariamente, adotamos compromissos e os transformamos em legislação. Essas metas são particularmente ambiciosas para um país em desenvolvimento, um país que lida com urgências de todos os tipos para oferecer bem-estar à sua população.

Esperamos que os países historicamente mais responsáveis pela mudança do clima, e mais dotados de meios para enfrentá-la, cumpram também com suas obrigações perante a comunidade internacional. Outra iniciativa das Nações Unidas que o Brasil também considera importante, que saudamos, é o lançamento da Década de Ação pela Segurança no Trânsito – 2011/2020. O Brasil está mobilizado nas ações de proteção à vida, que assegurem a redução dos acidentes de trânsito, uma das principais causas de morte entre a população jovem do mundo. Para isso, nosso governo está desenvolvendo uma ampla campanha de conscientização em parceria com a Federação Internacional de Automobilismo.

Senhor Presidente,

Em um cenário de desafios ambientais, crises econômicas e ameaças à paz em diferentes pontos do mundo, o Brasil continua empenhado em trabalhar com seus vizinhos por um ambiente de democracia, um ambiente de paz, de prosperidade e de justiça social.

Avançamos muito na integração do espaço latino-americano e caribenho como prioridade para nossa inserção internacional. Nossa região é um bom exemplo para o mundo. O Estado de Direito que conquistamos com a superação dos regimes autoritários que marcaram o nosso continente está sendo preservado e está sendo fortalecido.

Para nós, a democracia não é um patrimônio imune a assaltos, temos sido firmes, - Mercosul e Unasul - quando necessário, para evitar retrocessos porque consideramos integração e democracia princípios inseparáveis.

Reafirmo também o nosso compromisso de manter a região livre de armas de destruição em massa. E nesse ponto, quero lembrar a existência de imensos arsenais que, além de ameaçar toda a humanidade, agravam tensões e prejudicam os esforços de paz.

O mundo pede, em lugar de armas, alimentos, para o bilhão de homens, mulheres e crianças que padecem do mais cruel castigo que se abate sobre a humanidade: a fome.

Por fim, senhor Presidente, quero referir-me a um país-irmão, querido de todos os latino-americanos e caribenhos: Cuba. Cuba tem avançado na atualização de seu modelo econômico. E para seguir em frente nesse caminho, precisa do apoio de parceiros próximos e distantes. Precisa do apoio de todos. A cooperação para o progresso de Cuba é, no entanto, prejudicada pelo embargo econômico que há décadas golpeia sua população. É mais do que chegada a hora de pôr fim a esse anacronismo, condenado pela imensa maioria dos países das Nações Unidas.

Senhor presidente,

Este ano, assistimos todos aos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos, organizados brilhantemente pelo Reino Unido. Com o encerramento dos Jogos de Londres, já começou, para o Brasil, a contagem regressiva para as Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016, que serão precedidas pela Copa do Mundo de 2014.

A cada dois anos, durante os Jogos de verão e de inverno, a humanidade parece despertar para valores que nos deveriam inspirar permanentemente: a tolerância, o respeito pelas diferenças, a igualdade, a inclusão, a amizade e o entendimento, princípios que são também os alicerces dos direitos humanos e desta Organização.

Ao inaugurar esta sexagésima sétima Assembleia Geral, proponho a todas as nações aqui representadas que se deixem iluminar pelos ideais da chama olímpica.

Senhoras e senhores,

O fortalecimento das Nações Unidas é extremamente necessário neste estágio em que estamos, onde a multipolaridade abre uma nova perspectiva histórica. É preciso trabalhar para que assim seja. Trabalhar para que, na multipolaridade que venha a prevalecer, a cooperação predomine sobre o confronto, o diálogo se imponha à ameaça, a solução negociada chegue sempre antes e evite a intervenção pela força.

Reitero que nesse esforço, necessariamente coletivo, e que pressupõe busca de consensos, cabe às Nações Unidas papel privilegiado. Sobretudo, à medida que a Organização e suas diferentes instâncias se tornem mais representativas, mais legítimas e, portanto, mais eficazes.

Muito obrigada


O Brasil na Nova Ordem Mundial parte 1

O Brasil na Nova Ordem Mundial - Dilma na ONU (25/09)




Dilma na ONU: Um apelo por uma ordem mundial democrática

[Imagem: 2568148-8686-rec.jpg]

Num mundo carente de líderes que consigam olhar além de seus próprios problemas e preconceitos nacionais, o discurso pronunciado pela presidenta Dilma Rousseff na manhã desta terça-feira (25), na abertura da 67ª Assembleia Geral das Nações Unidas, foi um pronunciamento de estadista.

Ele continha um diagnóstico dos problemas mundiais, uma denúncia do papel exclusivista dos países ricos e uma proposta global para a saída da crise econômica que vai completar cinco anos e não dá sinal de ceder.

A temática do pronunciamento de Dilma foi o extenso leque dos problemas que afligem o mundo. Foi um discurso multifocal, pode-se dizer. Abordou desde a crise econômica (que se agravou, segundo ela, ganhando "novos e inquietantes contornos") até as ameaças à paz. Solidária, condenou o bloqueio imperialista a Cuba, país amigo e internacionalista, que dá grande contribuição às nobres causas da humanidade. Reiterou a defesa do reconhecimento da Palestina como Estado independente como condição fundamental para a paz no Oriente Médio. E ganhou fortes aplausos ao rejeitar, vivamente, a crescente onda de preconceito anti-islâmico cujo centro está nos EUA e na União Europeia.

Disse um não muito claro a qualquer solução militar para a crise síria, cuja solução deve ser encontrada no campo da diplomacia e da negociação; ao mesmo tempo, condenou a violência que lá ocorre. O único reparo que poderíamos fazer é quando atribui maior responsabilidade ao governo de Damasco, quando se sabe que a escalada de violência deriva principalmente dos grupos terroristas e mercenários armados e financiados de
sde o exterior, que a presidenta também condenou.

[Imagem: palestina-brasil1.jpg]

Dilma bateu duro nas políticas monetárias expansionistas dos países ricos, dos EUA sobretudo, cujo objetivo é desvalorizar suas moedas para aumentar a exportação de suas mercadorias, prejudicando o comércio externo e a economia dos países emergentes, com o resultado de agravar “ainda mais o quadro recessivo global". Os países ricos, constatou, “não encontraram caminho para ajuste fiscal e estímulo ao desenvolvimento e demanda necessários para interromper a recessão e garantir crescimento econômico”.

Fez uma consistente crítica aos países ricos e discorreu sobre a maneira eficaz de enfrentar a crise econômica, preconizou o abandono das políticas ortodoxas de responsabilidade fiscal e a adoção de medidas de estímulo ao crescimento. Nesse sentido chamou a atenção para a urgência de políticas de combate à fome e à miséria, lembrando que o Brasil vem fazendo sua parte ao resgatar da pobreza cerca de 40 milhões de pessoas.

A presidenta do Brasil recusou com veemência a classificação como protecionistas de medidas de autodefesa econômica tomadas pelos países emergentes, criticando diretamente a tentativa do governo dos EUA de pressionar o Brasil contra elas. "Não podemos aceitar que iniciativas legítimas de defesa comercial por parte dos países em desenvolvimento sejam injustamente classificadas como protecionismo", disse.

[Imagem: dilma%2Be%2Bobama.jpg]

Apontou o desenvolvimento recente da América Latina como um exemplo para o mundo ao adotar e fortalecer políticas de integração regional e de cooperação pacífica entre as nações, com inclusão social e políticas de apoio ao desenvolvimento e ao combate à pobreza.

Sua referência à “primavera árabe” trouxe um puxão de orelhas nos países dominantes ao relacionar entre suas causas a miséria, o desemprego, a falta de oportunidade e de liberdades civis, ao lado de outra, mais profunda, o colonialismo: "Não é difícil encontrar nesses acontecimentos as marcas de ressentimentos históricos provocados por décadas de políticas coloniais ou neocoloniais levadas a cabo em nome de uma ação supostamente civilizatória”, acusou Dilma, dirigindo-se explicitamente aos países imperialistas.

[Imagem: brasil_mundo.jpg]

O sentido progressista da política externa brasileira – soberana e assertiva, multilateralista e propulsora de uma nova ordem multipolar – manifestou-se no momento em que defendeu a ampla reforma dos organismos internacionais, principalmente do Conselho de Segurança da ONU, que deixou de refletir o mundo atual e tem sido “substituído por coalizões que se formam à sua revelia e sem seu controle”, no qual o “uso da força vem ganhando ares de opção aceitável”. Sua reforma, enfatizou, é de “imperiosa urgência”.

O discurso pronunciado por Dilma Rousseff aponta para saídas e elas não estão no campo militar, no recurso às armas. Dentro da melhor tradição da diplomacia e da política externa brasileira, foi um chamado ao entendimento, à cooperação, à negociação – um chamado pelo desmonte das travas exclusivistas que impedem o crescimento econômico e ameaçam a paz no mundo. Foi o discurso da presidenta de uma nação que com justa razão aspira a um maior protagonismo internacional. 

eu estou cansado dos illuminati na minha vida

hoje eu vou fala algo que eu não aquento mais , eu estou cansado desses filho da puta que se chama illuminat  , essa pessoas estão no controle de tudo. a na humanidade, eles estão manipulando tudo que existem na terra tudo que vc imaginar , eu ja tenho um bom tempo pesquisando esses grupo que se chama illuminati e não vir nada que venha ajunta niquem na terra. as vezes eu vijo que nao sei de nada mais eu ja estou cansado disso essa batalhar contra eles e muito gastante de mais para mim, nao e so para mim mais como todo mundo que tenda comparte eles eles vem a milhares de ano por geração.
as pessoas estao com um zombie na televisão . eles estou hipnotizado  agente com seu programas de televisão  querendo que agente nao fique sabendo que são eles .
são etanda informação que ate agente que pesquisar quem sao eles confute ate agente, vamos acorda ates que seja tarde demais 

sábado, 29 de dezembro de 2012

imagem explícita dos illuminat no brasil

foi inaugurada a Galeria de Arte Digital do Sesi-SP no famoso prédio da Fiesp na Avenida Paulista. Além do prédio já ter uma aparência de pirâmide, agora a maçonaria também teve o capricho de colocar seu olho de Hórus. vc quer mais evidencia mais do que isso que os illuminat, existem mais mais isso ja estar explicito ate de mais ainda mais aki no brasil, vamos acorda , o brasil estar cheio de verdade que devemos saber 

misteriosa pirâmide no brasil


A cidade de Umirim localizada aproximadamente à 95 km de Fortaleza jamais foi a mesma desde que uma misteriosa pirâmide foi erguida em sua zona rural, o prédio ou templo foi idealizado por um grupo de pessoas que seguem algum tipo de doutrina religiosa e fazem cultos que são restritos aos seus membros, devido a essa restrição muitos boatos sobre o que acontece durante as reuniões já tomaram conta da região, o mais novo é que a pirâmide faria parte de uma igreja americana em que os membros assistem os eventos religiosos nus, fala-se também de rituais com sacrifício de animais, a última suspeita foi levantada após pessoas terem visto currais dentro do terreno, o templo é protegido 24 horas por dia por seguranças armados, que impedem o acesso de curiosos ao interior do templo, para evitar roubos, saques e a presença de curiosos que possam vir a atrapalhar o clima de paz que existe no local,mas nada muito rígido.
Dias atrás uma equipe de reportagem da Tv Diário de Fortaleza conseguiu ter acesso ao interior do terreno e ver o monumento de perto, mas ao tentarem ter acesso ao interior tiveram permissão negada por um dos membros via celular, logo após foram conduzidos ao portão.
O templo é lindo e imponente, visto de toda cidade e já virou uma espécie de ponto turístico da cidade, a todo momento curiosos chegam para tentar dar uma olhadinha ou tirar uma fotografia próximo da pirâmide, ela está erguida desde 2010 e desde sua criação influencia a imaginação popular à pensar diversas coisas sobre a construção. na  minha opinião para mim isso nao passar de uma verdadeira farsa de grande grupo chamado illuminat, as envidencia estao grandes piramide imagem dos illuminat. eles ja estar colocar seu grupo em açao no brasil. demorou ate de mais, para isso nao vir adona mais como eu dico tudo sera revelado nos fim dos tempos.